Quem sou

Sou a acompanhante mais puta, mais vagabunda e vadia que você pode encontrar, não falo para tentar atrai-lo para uma trepada apenas, falo por convicção, porque sei que é impossível alguém gostar mais de rola que eu.
Sexo na minha vida sempre foi fundamental, desde a mais tenra idade já tinha curiosidade sobre o assunto, achava curioso quando os adultos pediam para as crianças para irem brincar, para assim poderem falar abertamente, não sabia porque não podia ouvir. 
Sou filha de baianos e esse tema era comum nas conversas de minha mãe com minhas tias, às vezes, voltava e ficava brincando perto da porta para ver se podia ouvir algo, não entendia exatamente o que diziam, mas me interessava pelo assunto.
Eramos um grupo de umas dez meninas, passávamos o dia brincando e passávamos ao grupo cada nova descoberta, lembro-me que um dia, uma amiga alguns anos mais velha contou-nos que nossos pais, depois que os filhos dormiam faziam "big-nig", o pai deitava-se na cama e a mãe, por cima "encaixava o pintinho no gatinho" e assim se fazia os filhos, não podia ser o contrário porque se o pai ficasse por cima esmagaria a mãe. Minha prima falou que encontrou uma revista de mulher pelada em sua casa, fomos até a casa dela e ela nos trouxe a revista " Carne Viva", lembro-me perfeitamente das crianças quietas e curiosas vendo uma revista onde saiam duas mulheres peladas, de repente uma expressão de nojo em todas as caras quando viramos a página e uma das mulheres simulava lamber a xana da amiga, devia ter uns 5, 6 anos, mas não me esqueço. Nesta mesma semana despertei com uns gemidos abafados de minha mãe, fui ver o que era e que surpresa, minha mãe estava deitada na cama e meu pai, por cima fazia big-nig com ela, senti-me incomodada por ver e tentei dormir, mas os gemidos não me deixavam, no dia seguinte contei a minhas primas o que vi e uma outra falou que achou outra revista onde saiam casais transando em várias posições, fomos até a casa dela, mas a revista já não estava onde ela havia achado.
Depois disso estávamos sempre falando sobre o tema, mudei-me de bairro e na mudança descobri onde meu pai guardava suas revistas. Hum, que delícia! Várias revistas com tudo sobre sexo, posições, relatos, classificados de sexo, meu sonho era crescer para alugar uma caixa postal. 
Até os dez anos o único beijo que havia dado era na porta do armário imaginando ser o Ricky do Menudos, já sabia muito sobre sexo, descobri onde meu pai guardava as revistas Private, adorava os contos eróticos, não sabia masturbar-me ainda, mas passava a mão na xaninha enquanto lia os relatos no banheiro antes do banho, ainda não gozava mais adorava. 
Lembro-me que um dia, minha mãe me chamou para ir a uma palestra na igreja que frequentávamos, o padre alertara as mães da necessidade de esclarecer os jovens sobre sexo e um sexólogo iria a igreja orientar a comunidade, lembro-me que cada segunda da palestra me interessava, mesmo com as revistas de putaria não sabia nada científico sobre sexo. A melhor parte da palestra foi quando ensinaram as muitas formas de masturbação, tentei todas e adorei. 
Devia ter doze anos quando veia minha primeira menstruação e depois disso, foi difícil segurar os hormônios, aí foi o primeiro beijos, a primeira passada de mão, o primeiro boquete, etc...
Eu era um tesãozinho, já era putinha e gostava de homens bem mais velhos e despudorados que gostassem de abusar da inocência de uma menininha fogosa, tive muita sorte, nunca ninguém fez nada que não queria e o máximo que fazia era esfregara vara na entrada da xana e finalizar no boquete engolindo toda a porra ao final, achava uma falta de vadiagem não engolir.
Consegui gozar pela primeira vez masturbando-me, que maravilha, não conseguia mais me controlar, passava cada hora em que me via livre de olhares masturbando-me. 
Aos doze anos não queria perder a virgindade e um namoradinho mais safado propôs que deixasse meter no cuzinho, não engravidaria e seguiria virgem no dia disse que não, mas quanto mais pensava mais a ideia parecia  atraente. 
Um dia fomos ao parque que sempre íamos, já era noite e o parque já estava fechado, entramos por um lugar escondido e passamos a beijar-nos apoiados em uma árvore, eu já estava molhadinha, ele mamou minhas tetinhas e passou a mão na minha xaninha, gemia gostoso, ele me virou de costas e passou a rola na minha xana por trás, que tesão, que maravilha, queria sentir a vara quente dentro de mim e não me importei quando notei que ele pincelava a vara na xana para retirar o meladinho e passar no cuzinho forçando a entrada do pau no meu cuzinho virgem, gemia gostoso e quando já estava bem molhadinho senti as pregas alargando e a rola entrando no meu cu, doía mas era muito gostoso, fiquei paradinha, ele metia muito lentamente o que causava mais prazer que dor, quando notei que a vara estava atolada até a vara no meu rabo me senti uma cadela apoiada na árvore empinando o rabo para levar vara, rebolei no cacete e senti o pau inchar e soltar toda porra no meu cu, ele tirou o pai, nos limpamos e fui para casa com o cu cheio de porra.
Em casa, fui direto para o banho com a desculpa de que fazia muito calor, lavei a calcinha no chuveiro e relembrei tudo com detalhes. Meu cuzinho ardia muito e mais ainda quando abri a bundinha para lavar o rabinho. Terminei o banho e pequei um espelho para olhar o estrago, estava vermelhinho e um pouco mais larguinho quando abria as pregas fazendo força.

Logo seguirei contando...
















4 comentários:

  1. Meu sonho é te comer, piranha vadia!!!

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  2. Nossa que relato deixou meu pau babando logo menos vou provar você.

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  3. Isso é que é mulher de verdade, sem frescuras e sem pudor, toda mulher devia ser assim, aí todos teriam sexo liberal e a vontade!!!

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